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O que leva os portugueses a escolher um banco? Transferências gratuitas e confiança

As transferências gratuitas, a rapidez das operações e a credibilidade da instituição são hoje os principais fatores na decisão dos portugueses ao abrir uma conta bancária, revela um novo estudo

Link To Leaders
7 fev, 10:00

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Um estudo independente realizado pela Nickel, instituição financeira de pagamento do grupo BNP Paribas, em parceria com a DATA E, revela que os portugueses estão cada vez mais atentos a critérios como transferências gratuitas (79%), transferências imediatas gratuitas (75%) e credibilidade (68%) na escolha de uma instituição financeira.

Em contraste, o critério menos relevante é a disponibilização de produtos de investimento (28%), refletindo uma crescente exigência por soluções bancárias simples que permitam agilizar o dia a dia.

A importância atribuída às transferências gratuitas é particularmente expressiva nas regiões do Alentejo (82%), Algarve (72%) e Norte (71%). As transferências imediatas gratuitas destacam-se também nas regiões do Alentejo (78%) e do Algarve (73%), enquanto a credibilidade da instituição financeira é maioritariamente valorizada nas regiões do Algarve (64%) e do Norte (54%).

No momento de abertura de uma conta à ordem, os portugueses valorizam sobretudo transferências gratuitas, o custo da comissão de manutenção e a existência de uma aplicação móvel intuitiva.

“Os dados mostram-nos que os portugueses estão cada vez mais informados e exigentes na escolha do seu banco, valorizando a competitividade e simplicidade da oferta, com custos reduzidos, bem como a credibilidade das instituições financeiras, estando ainda mais sensíveis ao imediatismo das operações. Esta tendência reflete uma mudança clara nas expetativas dos consumidores em relação aos serviços bancários que procuram e utilizam no dia a dia”, afirma João Guerra, CEO da Nickel Portugal.

O estudo foi desenvolvido pela Nickel em parceria com a DATA E, tendo sido realizado entre 1 e 4 de abril de 2025 a 1015 indivíduos residentes em Portugal (Continente e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira), com idades compreendidas entre os 18 e os 64 anos e com uma distribuição geográfica dividida por NUTS II.

Este artigo foi escrito no âmbito da colaboração com o Link to Leaders

 

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