A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, revelou um episódio insólito ocorrido na residência oficial do Governo, em Tóquio: depois de os seus funcionários terem eliminado uma barata que tinha aparecido dentro de casa, a chefe do Governo japonês confessou ter sentido algum alívio, mas também "solidão" e, talvez, "tristeza".
Como conta a revista People, a história foi partilhada pela própria líder numa publicação nas redes sociais, na qual respondeu a algumas das perguntas que diz receber frequentemente. Entre elas estava uma relacionada com as histórias de fantasmas associadas à residência oficial do primeiro-ministro japonês.
A governante, de 65 anos, explicou que nunca viu qualquer fantasma na residência, mas sim uma barata. E que até há pouco tempo gritava quando encontrava uma. Mas que, apesar de ter encontrado esta na residência, nunca a conseguiu matar. O motivo, explicou, está relacionado com um livro de manga que marcou a sua infância, cuja história aborda temas relacionados com a reencarnação. Por isso, afirmou que, mesmo em adulta, não consegue matar insetos.
Ao ver a barata a circular pela residência, a primeira-ministra chegou a pensar que aquela vida poderia fazer parte do "longo ciclo da reencarnação". Em vez de eliminar o inseto, decidiu deixá-lo andar pela casa, esperando que acabasse por desaparecer por si próprio.
A situação mudou quando alguns membros da sua equipa descobriram a presença da barata e a removeram. "Senti-me aliviada, mas também um pouco só, ou talvez triste", escreveu a primeira-ministra.