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OPINIÃO | Big Brother Verão: drama, jogo e plantas carnívoras

Jogos, estratégias e conflitos dominam a casa

Fábio Belo
18 ago 2025, 11:16
Maria Botelho Moniz
Maria Botelho Moniz
Maria Botelho Moniz

Não sei se foi da vaga de calor que se fez sentir nos últimos dias em Portugal, mas o que é certo é que a casa do Big Brother Verão está mais quente do que um carro fechado ao sol em Agosto. Até as chamadas “plantas”, sim, aquelas que normalmente só servem para ocupar espaço, resolveram esticar as garras. O ambiente dentro da casa mais vigiada do país? Péssimo.

A Kina, que nas primeiras duas semanas era a rainha absoluta do Big Brother Verão, ou seja, a preferida dos portugueses, caiu em desgraça mais depressa do que um gelado ao sol. Esperava-se muito dela, mas acabou refugiada na cozinha, versão cozinheira de serviço. Entretanto, decidiu finalmente ir a jogo e bater de frente com os concorrentes. Excelente escolha, já que nós cá em casa gostamos é de jogadores, não de adereços. Parece até que está a reconquistar o público, e quem sabe se não volta a ser uma das favoritas desta edição do maior reality show do mundo.

A Jéssica… bem, sejamos honestos: ninguém dava um tostão furado por ela. E eis senão quando se revela uma jogadora de mão cheia. Assertiva, com visão estratégica e, acima de tudo, sem medo de marcar território. É a grande surpresa da edição e, se me perguntarem, já merece levar o caneco para casa. E não, não falo de um caneco da Tasca do Zé, falo mesmo do prémio.

Já a dupla Catarina Miranda e Afonso… chamemos-lhe “a parceria milionária” que vale tostões. Eles destabilizam tudo e todos, e já se sabe qual será o desfecho: vão queimar-se em lume brando, e não vai demorar muito. Felizmente! Até porque, graças ao circo que montam, até as tais plantas estão a florescer.

Sem grande surpresa, porque os fãs da Miranda são mais fiéis que peregrinos em Fátima, o Afonso foi o primeiro salvo da noite. A segunda salvação, essa sim, surpreendeu: Kina escapou. Agora, ou está a recuperar terreno no coração dos portugueses, ou então o público decidiu que o Viriato é tão fraquinho que até dava pena expulsá-lo já. Resultado? Saiu Fábio Paim, que a meu ver já devia ter feito as malas há muito tempo. Mais vale tarde que nunca.

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