Em apenas sete dias já tivemos de tudo: uma desistência (claro, porque isto é só para os fortes... ou pelo menos é o que vendem), a casa já quase foi abaixo com tanta faísca, e o prato do dia são discussões servidas em doses familiares.
Ontem foi noite de dupla expulsão, e surpresa das surpresas (ou talvez não), Marta e Salvador foram os felizes contemplados a abandonar o reality. Digo "sem grandes surpresas" porque, sejamos honestos, tinham o carisma de um vaso de plástico. A única coisa que marcaram foi presença.
E depois temos a Kina. A estrela do momento. A concorrente que toda a gente fala. Já conquistou o país. Tem aquela vibe “sou eu mesma e quem quiser que aguente”. Aos 62 anos, entrar num programa destes é preciso ter estofo. Ou nervos de aço. Mas sim, é autêntica, espontânea, real, genuína e todos os outros adjectivos que se usam quando alguém diz tudo o que pensa... sem pensar.
Agora, Ana Catharina. Uma aula prática de falta de noção. Desde o look digno de desfile de carnaval numa gala de horário nobre, até à performance de líder, que só pode ter sido inspirada em manuais de como não fazer. Claro que somos livres de vestir o que quisermos, mas também somos livres de usar o bom senso, quando ele não está de férias. E sim, jantar durante a gala como se estivesse num piquenique em horário nobre, usar óculos de sol no confessionário como se fosse uma celebridade a evitar os paparazzi e ainda tirar uma soneca durante o direto? Um clássico instantâneo da televisão nacional.
E já que falamos em respeito... Catarina Miranda parece ter deixado o dela na porta de entrada. A insistência em picar a Jéssica já ultrapassou o nível de teimosia e entrou em território de falta de respeito. A Jéssica já deixou claro que não está para aí virada, mas a Miranda continua com o disco riscado, sempre a bater na mesma tecla: a relação com o Afonso. Como se não houvesse mais nada para falar numa casa com milhentas câmaras. Sim, a relação começou num reality show. Sim, acabou. E sim, ninguém precisa que a Catarina seja o arquivo vivo dessa história.
E para finalizar com chave de ouro: futebol na casa mais vigiada do país. Bruno de Carvalho e Fábio Paim entraram em campo, ou melhor, em casa. O Bruno promete ser um furacão, e sinceramente, mal posso esperar. Já o Fábio Paim... olha, tive de confirmar no Google se era mesmo quem eu pensava. E continua a ser um mistério porque é que está ali, mas pronto, é o Big Brother, não precisa de fazer sentido.