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Aproveite as férias para incentivar hábitos digitais saudáveis nas crianças

Link To Leaders
18 ago., 09:50

Estar de férias é sinónimo de lazer, o que para crianças e jovens significa muitas vezes passar mais tempo em frente a ecrãs digitais. Cabe às famílias gerir a relação dos mais pequenos com a tecnologia, mas a SPC deixa algumas recomendações.

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Com as férias escolares de verão, as rotinas das crianças acabam por ser mais flexíveis o que, muitas vezes, significa que os pais são mais tolerantes deixando-os utilizar smartphones, tablets e outros dispositivos, seja para jogar, ver vídeos ou comunicar com amigos. Ou seja, verão significa mais tempo livre e muitas vezes mais tempo passado em frente aos ecrãs.

Perante esta realidade, especialistas defendem que o período de férias pode ser aproveitado para promover hábitos digitais mais equilibrados, através da definição de regras claras, do diálogo em família e de uma autonomia ajustada à idade e maturidade de cada criança.

Neste contexto, a SPC, uma marca europeia de tecnologia para famílias, reuniu um conjunto de recomendações práticas para ajudar os pais e encarregados de educação a gerirem da melhor forma possível a utilização que as suas crianças fazem dos dispositivos digitais durante os meses de verão.

1. Definir horários e momentos sem ecrãs

Estabelecer períodos específicos para a utilização de tecnologia ajuda as crianças a compreender limites e a desenvolver hábitos mais equilibrados. Refeições, atividades em família ou momentos ao ar livre podem funcionar como espaços livres de ecrãs, incentivando outras formas de interação e lazer.

2. Privilegiar a qualidade do tempo digital em detrimento da quantidade

Nem todo o tempo passado em frente a um ecrã tem o mesmo impacto. Aplicações educativas, conteúdos criativos ou atividades que promovam a aprendizagem e a curiosidade podem representar experiências positivas e enriquecedoras durante as férias.

3. Adaptar a tecnologia à idade e maturidade da criança

A introdução de dispositivos deve acontecer de forma gradual e adequada à idade de cada criança. O primeiro contacto com um smartphone ou tablet pode representar uma importante oportunidade de aprendizagem sobre responsabilidade, autonomia e segurança digital.

4. Manter o acompanhamento e o diálogo

Mais do que controlar, importa acompanhar. Conversar regularmente sobre os conteúdos consumidos, os contactos estabelecidos e as experiências digitais ajuda a criar confiança e a desenvolver um uso mais consciente da tecnologia.

5. Utilizar ferramentas que promovam uma gestão equilibrada da vida digital

As soluções tecnológicas atuais permitem às famílias acompanhar e orientar a utilização dos dispositivos sem comprometer a autonomia das crianças. Funcionalidades como controlo parental, gestão de tempo de utilização, localização ou definição de contactos autorizados podem contribuir para uma experiência mais segura e adequada à idade.
 

Este artigo foi escrito no âmbito da colaboração com o Link to Leaders

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