E quem são os nossos astros da discórdia? Pois claro, o Nuno e o Luís, os heróis do drama barato, os gladiadores do entretenimento de sofá.
Estes dois vivem para se picar. Rivais assumidos, garantiram uma nomeação direta porque, imagine-se, o tom da discussão subiu um bocadinho, um milagre, visto que a maioria do tempo mal se ouve um "piu" naquela casa. Mas vamos lá dar-lhes mérito: protagonismo não lhes falta. Aproveitam tudo, desde uma discussão sobre a louça suja até ao ar que se respira, para criarem conteúdo. E o mais fascinante? Funciona. O Big, todo entusiasmado, decide dividir a casa em dois grupos: Team Luís e Team Nuno. Resultado? Um festival de falsidade digno de prémio. Concorrentes a torcerem-se todos para não desagradar a ninguém, todos a quererem ser Miss e Mister Simpatia da semana. Um mimo.
E eis que o Micael, que até aqui era basicamente parte da mobília, decide que afinal quer jogar. Porquê? Porque estava nomeado e viu a luz divina do jogo. Pena que tenha sido tarde e mal. Para mim, podia perfeitamente ter feito as malas, o rapaz é um zero à esquerda no que toca a cativar o público. É uma planta. E como todos sabemos, este jogo não é um jardim.
Já o Manuel Rodrigues segue firme na sua missão: ser o mais irritante possível. Aquela postura de "sou tão inteligente e engraçado, reparem em mim" já cansa. Acha-se a última bolacha do pacote... esquecendo que, regra geral, a última vem sempre partida.
E depois temos a Carolina, a eterna romântica. Teve de escolher: ou nomeava, ou deixava o Diogo, o seu príncipe encantado versão reality show, ler a carta da mãe. Optou pelo amor. Tão bonito. Pena que se esqueça que isto é um jogo e que o poder de nomear vale ouro. Mas pronto, o coração falou mais alto.
Nos nomeados, o Luís foi o primeiro salvo. Zero surpresas. O público adora um bom criador de caos. Depois, inexplicavelmente, salvam o Micael. Sim, o mesmo que só agora descobriu que está num programa de televisão. O Igor e a Sara, as plantas com alguma fotossíntese, lá se safaram também. E a Adrielle? Essa sim, jogadora com J grande, mas também com F de Fogo a mais. Deu barraco, sem dúvida. Mas entre dar conteúdo e insultar tudo o que mexe, há uma linha. E ela não só a atravessou como fez marcha atrás para pisar mais um bocadinho. Resultado: rua com ela.