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A pensar nas famílias que procuram uma solução habitacional para os filhos que vão para a universidade longe de casa, a DECO PROteste reforçou a sua plataforma querocasa.pt com duas novas ferramentas especificamente dedicadas ao alojamento para estudantes.
Com o objetivo de facilitar uma pesquisa que, num momento particularmente exigente para as famílias, continua muitas vezes dispersa por diferentes canais de informação, esta plataforma permite que os utilizadores procurem quais as soluções de alojamento disponibilizadas pelos estabelecimentos de ensino superior e perceber que municípios dispõem de oferta ou programas de apoio dirigidos a estudantes deslocados.
Mediante registo, os utilizadores podem consultar informação sobre habitação jovem, os programas e incentivos dirigidos aos jovens atualmente em vigor nos municípios portugueses para compra e arrendamento de casa, simular os apoios do Estado e calcular a taxa de esforço associada à compra de casa.
Uma das novas funcionalidades da plataforma é exatamente a possibilidade de pesquisar alojamento por estabelecimento de ensino superior. Para desenvolver esta ferramenta, a DECO PROteste contactou os estabelecimentos de ensino superior de todo o país (entre 24 de fevereiro e 27 de março de 2026), reunindo a informação recebida durante esse período.
A segunda ferramenta permite fazer a pesquisa por município e perceber quais dos 308 municípios portugueses disponibilizam oferta de alojamento para estudantes ou programas específicos de apoio a estudantes deslocados.
Neste caso, a DECO PROteste contactou os 308 municípios (entre 11 de fevereiro e 23 de março de 2026), reunindo numa única ferramenta informação que habitualmente obrigaria estudantes e famílias a consultar individualmente diferentes autarquias.
A informação disponibilizada nos dois simuladores será atualizada sempre que sejam obtidos novos dados junto das entidades envolvidas.
Simultaneamente, a DECO PROteste faz também algumas recomendações para os estudantes deslocados que procuram alojamento. Vejamos: a procura de alojamento deve ser iniciada tão cedo quanto possível; as famílias devem manter-se atentas ao mercado ao longo do ano e se necessário repensar a escolha; os estudantes devem comparar diferentes soluções, não apenas no município onde se situa o estabelecimento de ensino, mas também em concelhos próximos com boas ligações de transportes; as residências dos próprios estabelecimentos de ensino podem apresentar valores mais reduzidos e incluir despesas como eletricidade ou internet; quartos e apartamentos partilhados podem igualmente representar alternativas mais económicas.
Este artigo foi escrito no âmbito da colaboração com o Link to Leaders