Diogo
Diogo

OPINIÃO I Jéssica calou críticos, Diogo saiu tarde - e o resto?

Fábio Belo
20 abr., 11:16
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"A Eva não evoluiu rigorosamente nada enquanto jogadora"

A Eva, já o disse e repito, é planta. Tal como o Diogo. Tiveram a sorte de cair num triângulo amoroso e, de repente, passaram a ser assunto obrigatório, fosse para elogiar ou para criticar. Resultado? Audiências lá em cima. Mas não nos enganemos: a Eva não evoluiu rigorosamente nada enquanto jogadora. Limitou-se a surfar a onda, muito confortável, já a sentir o cheirinho à final… e, quem sabe, aos 100 mil euros. Jogar? Zero. Nem aos segredos se deu ao trabalho.

O Hugo teve direito ao seu momento de poder, nomeação direta, e não surpreendeu ninguém ao escolher a Liliana. E porquê? Simples: ela é tudo aquilo que ele não é. Desde que o Ricardo João saiu, o Hugo tornou-se praticamente invisível. Está lá… mas ninguém dá por isso.

A relação entre a Ana e a Liliana? Um autêntico duelo de egos. Quem é a melhor? Quem brilha mais? A verdade é que as duas são protagonistas e ocupam (muito) espaço no jogo. Mas há uma diferença clara: a Liliana já dá cartas desde a segunda semana, enquanto a Ana só acordou… a três semanas da final. Conveniente.

Quanto ao Tiago e à Eva, não me parece estratégia. O Tiago dá mesmo a ideia de estar interessado nela, e não, não parece estar a usar a miúda para avançar no jogo. Mas mesmo que estivesse… qual era o problema? Isto é um jogo, não é um retiro espiritual.

A Jéssica desvendou o segredo “A minha casa tem vida” e garantiu o tão desejado passaporte para a final. E diga-se: foi dos mais bem atribuídos. É, de longe, uma das concorrentes que mais trabalhou nos segredos. Quando muitos a rotulavam de fútil e vazia, respondeu da melhor forma: com resultados. Hoje, é uma das grandes protagonistas desta edição, e uma finalista mais do que justa.

E pronto, o Diogo foi finalmente expulso. Já vinha com atraso.

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