Seis pessoas, incluindo quatro crianças, perderam a vida num incêndio devastador que destruiu por completo uma habitação. Foi o incêndio mais mortal registado no estado norte-americano de Maryland em mais de uma década, segundo as autoridades.
De acordo com a revista People, o fogo começou na manhã de domingo, 10 de agosto, numa varanda fechada situada do lado direito da casa, no condado de Charles, nos Estados Unidos. Na habitação viviam nove pessoas: uma conseguiu escapar pelas próprias mãos e outras duas estavam ausentes no momento da tragédia.
Os investigadores estão agora a tentar perceber se os alarmes de fumo da casa, que deveria ter sistemas com ligação direta devido ao ano de construção, chegaram a ser ativados e se eram audíveis para os ocupantes. Até ao momento, não há relatos de que alguém tenha ouvido qualquer sinal sonoro.
Não existem indícios de fogo posto, mas as autoridades sublinham que ainda é cedo para determinar a causa exata do incêndio. As investigações também procuram compreender se falhas no sistema de deteção de fumo podem ter contribuído para a dimensão da tragédia.
O delegado estadual do Corpo de Bombeiros, Jason M. Mowbray, frisou que “determinar se os alarmes estavam a soar nem sempre é simples, mas é essencial para entender como e porque é que estas tragédias acontecem”. O responsável acrescentou que a análise será feita de forma minuciosa para não deixar escapar nenhum detalhe.
As identidades e causas de morte das vítimas só serão divulgadas após a conclusão dos exames médico-legais. Entretanto, o caso gerou comoção na comunidade local e reacendeu o alerta sobre a importância vital dos alarmes de fumo nas habitações.