“Janta depois das 21h00 e toma o pequeno-almoço antes das 09h00? Pois, isso não é bom para a sua saúde.” Quem dá o alerta é uma nutricionista espanhola num vídeo publicado na sua conta de TikTok, que conta com quase 20 mil seguidores.
A especialista explica que o nosso corpo necessita de um total de 12 ou mais horas de jejum, ficando funções por cumprir quando se come dentro deste intervalo. “O corpo precisa de fazer um jejum noturno de, pelo menos, 12 horas para conseguir realizar corretamente todas as funções de que necessita enquanto dorme.”
Além disso, Júlia sublinha que o nosso organismo precisa de completar durante a noite uma série de funções essenciais: “Precisa de descanso do trato digestivo, regeneração celular e, no caso das crianças, também de crescimento, porque crescem enquanto dormem.”
É neste descanso do organismo que se sustenta a teoria do jejum intermitente, cujos benefícios são:
Benefícios do jejum intermitente
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Regula colesterol e triglicerídeos: A dieta feita antes e após o jejum deve ser pobre em açúcares e gorduras e rica em fibras, ajudando a reduzir a absorção de gordura e a manter o sangue mais saudável.
- Promove o emagrecimento: O jejum reduz os níveis de insulina no sangue, forçando o organismo a usar reservas de açúcar e gordura como energia. A prática de atividade física regular potencializa este efeito.
- Aumenta o metabolismo: Períodos controlados de jejum estimulam a queima de gordura e a produção do hormônio do crescimento, prevenindo a flacidez.
- Previne doenças: O jejum ajuda a regular a pressão arterial, melhora a sensibilidade à insulina, reduz o risco de diabetes e protege o coração.
- Combate o envelhecimento precoce: Ao priorizar alimentos ricos em fibras, vitaminas e antioxidantes, o jejum contribui para reduzir inflamações, proteger as células e estimular a produção de colágeno.
- Desintoxica o organismo: Estimula a produção de enzimas envolvidas na limpeza celular e na manutenção da flora intestinal.