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“Estive dois dias no combate a este incêndio e nos meus 22 anos de comandante é a primeira vez que vejo um incêndio com uma organização levada ao extremo”

Numa altura em que o incêndio na Serra da Estrela já consumiu perto de 15 mil hectares, o comandante Paulo Santos rejeitou as críticas feitas à atuação dos bombeiros e apontou o dedo às autarquias e às empresas contratadas pelo Estado, que acusa de estarem a falhar.

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