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Médicos alertam: caminhar não é suficiente na menopausa. São estes os exercícios que deve acrescentar

Médicos explicam porque caminhar não basta na menopausa e que exercícios fazem a diferença

IOL
8 set 2025, 15:28
Exercício
Exercício

Além disso, quando faz exercício, o seu corpo cria mais energia para acompanhar o aumento da sua atividade. Combine esses alimentos com movimento e sentir-se-á mais alerta e menos cansado(a).

Fontes: (Healthline) (Eat This, Not That)

Veja também: Comida saudável para ter na sua secretária

@Shutterstock

A menopausa marca uma fase de profundas alterações hormonais nas mulheres, geralmente entre os 45 e 55 anos, que podem trazer consigo sintomas como afrontamentos, suores noturnos, insónias, ansiedade, alterações de humor e perda de massa muscular. 

O médico, especialista em envelhecimento saudável, Ángel Durántez Prados, explicou ao site espanhol El Diario que: “O exercício de força é importante durante toda a vida, mas torna-se essencial a partir dos 40 anos”.

Segundo o especialista, nesta fase perde-se entre 1% e 2% de massa muscular por ano, devido ao envelhecimento e ao declínio hormonal. No caso das mulheres, a descida abrupta dos níveis de estrogénio durante a menopausa agrava ainda mais esta perda, aumentando também o risco de osteoporose e fraturas.

A ginecologista, especialista em menopausa, Marimer Pérez, em declarações ao site espanhol El Diario, acrescentou que o treino de força não só ajuda a preservar músculos e ossos, como também tem impacto no bem-estar emocional. “Acalma a ansiedade, melhora o sono e ajuda a lidar com a instabilidade emocional típica desta fase”, afirma.

Os especialistas defendem que andar é uma atividade saudável e necessária, mas insuficiente para travar os efeitos da menopausa. Então o que deve fazer? Para ser eficaz, o treino deve incluir exercícios de resistência, musculação, atividade aeróbica, mobilidade e flexibilidade. Agachamentos, treino com pesos, bandas elásticas, saltos controlados e até exercícios de suspensão são algumas das práticas recomendadas.

A progressão deve ser feita de forma gradual, adaptada a cada mulher, sendo possível começar com cargas leves e exercícios simples.

 

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