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“Em Portugal só trabalho 20 horas por semana”: a história de uma americana que vive em Lisboa

A história de uma norte-americana de 31 anos que se mudou para Lisboa foi tema de reportagem na televisão dos Estados Unidos. Aqui, trabalha menos e ganha mais

IOL
22 ago 2025, 11:36
Kaitilin Wichmann Foto: Instagram @kaitlinwichmann
Kaitilin Wichmann Foto: Instagram @kaitlinwichmann

A norte-americana Kaitlin Wichmann, de 31 anos, natural do Kansas, decidiu mudar radicalmente de vida depois de perceber que a rotina em Los Angeles já não a fazia feliz. Recém-licenciada, trabalhava em marketing, a tempo inteiro, num escritório em Santa Monica, com vista para o mar. Mas, apesar do cenário idílico, sentia-se presa.

“Todos os dias, quando entrava no meu trabalho, estacionava no mesmo lugar, sentava-me na mesma secretária, olhava para a mesma parede — e pensava: ‘Tem de haver mais na vida do que isto’”, contou em entrevista ao programa Make It’s Millennial Money, da CNBC.

Hoje, o seu quotidiano não podia ser mais diferente: a jovem conta que vive em Lisboa, trabalha como marketeer digital freelancer, ajudando clientes portugueses e norte-americanos com publicidade online. E faz os seus próprios horários, trabalhando apenas cerca de 20 horas semanais. Muitas vezes, trabalha em espaços de coworking, rodeada de amigos.

Quanto ganha em Portugal?

A mudança também trouxe vantagens financeiras. Como conta a CNBC, a norte-americana ganha, em média, cerca de 6.450 euros por mês (7.000 dólares), embora o rendimento possa variar entre 2.200 euros (2.400 dólares) e 11 mil euros (12.000 dólares), com os trabalhos que faz para clientes internacionais e portugueses.

A norte-americana garante ainda que hoje consegue ganhar mais como freelancer em Lisboa do que quando trabalhava numa agência em Los Angeles.

Uma nova vida

Com mais tempo livre e qualidade de vida, Kaitlin dedica-se a atividades que adora: joga ténis e padel, frequenta aulas de português, vai à praia e aproveita para viajar. Uma rotina bem diferente da que deixou nos Estados Unidos — e que, segundo a CNBC, lhe trouxe mais felicidade, equilíbrio e realização pessoal.

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