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Alentejo cria programa para atrair nómadas digitais

O turismo do Alentejo e Ribatejo está a desenvolver cinco hubs para captar trabalhadores remotos estrangeiros. Fuga de nómadas da capital devido aos preços elevados é vista como oportunidade para a região.

Link To Leaders
14 mai, 14:50
Alentejo Foto Luis Alvoeiro Quaresma, Unsplash
Alentejo Foto Luis Alvoeiro Quaresma, Unsplash

Dinamizar as regiões do Alentejo e Ribatejo e ajudar a economia local, através da atração de estrangeiros em regime de trabalho remoto, é o propósito da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo (ERT Alentejo e Ribatejo), que anunciou o lançamento, para breve, de um programa direcionada para nómadas digitais.

Posicionar-se como uma região alternativa para os chamados nómadas digitais que tradicionalmente procuram Lisboa, cidade em que o aumento do custo de vida tem sido acentuado, é um dos objetivos da iniciativa da ERT.

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Em estudo há algum tempo, o referido programa quer aproveitar o facto de a popularidade da capital portuguesa estar a diminuir junto dos nómadas digitais, criando condições para que estes ponderem a oferta disponível nas regiões do Alentejo e do Ribatejo, referiu publicamente José Santos, presidente da ERT Alentejo e Ribatejo.

Do projeto, ainda pouco conhecido, faz parte a criação de cinco hubs – Alto Alentejo, Alentejo Central, Baixo Alentejo, Alentejo Litoral e Ribatejo – que possam acolher os trabalhadores estrangeiros em regime remoto. A implementação destes hubs dos dependerá das condições disponibilizadas pelos municípios, o que envolve desde as infraestruturas para espaços de cowork, até à qualidade da internet e oferta de alojamento.

Este artigo foi escrito no âmbito da colaboração com o Link to Leaders.

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