Logo no início da semana aconteceu a primeira desistência da Primeira Companhia. Pedro Barroso decidiu abandonar a experiência militar mais famosa do país. Para mim, saiu de fininho quando percebeu que não era propriamente adorado cá fora. Quando o aplauso não aparece, a coragem também costuma falhar.
A Sara ponderou desistir esta semana. Por cansaço? Por exaustão? Eu diria antes que se sentiu reduzida. E, sejamos honestos, alguns colegas fazem questão de a diminuir. Ainda assim, está ali um verdadeiro furacão. Um fenómeno em crescimento. A Sara evolui de semana para semana e vai conquistando cada vez mais os portugueses. Em plena gala foi distinguida com a medalha de evolução, muito bem entregue. Só lhe pode fazer bem e ajudá-la a acreditar na força que, claramente, tem de sobra.
Isto não é o Big Brother, mas a Noélia ainda não desligou o modo “mãe da casa”. Daquelas mães galinhas que estão sempre a ver se não falta nada a ninguém. São queridas, sim, mas ao fim de algum tempo tornam-se… cansativas. Acaba posta de parte pelas suas atitudes e, por isso mesmo, transforma-se num alvo fácil para os restantes recrutas.
O Filipe é engraçado e puro entretenimento. É, sem dúvida, o preferido dos portugueses, por agora. O problema é que está a caminhar numa linha perigosa e arrisca-se a passar de espontâneo a forçado. Ele não é nada parvo e já percebeu que é protagonista de todas as VTs. No entanto, essa consciência está a custar-lhe a genuinidade. Falta-lhe a inocência das primeiras semanas, e isso nota-se.
A Soraia Carrega foi a expulsa da noite e, para mim, foi uma saída bastante injusta. Na minha opinião, quem deveria ter saído era o Manuel Melo. Tal como já tinha acontecido no Big Brother Verão, ficou muito aquém das expectativas. Está completamente perdido no jogo e não entrega conteúdo. Atrevo-me mesmo a dizer que não se esforça minimamente para superar os desafios desta experiência, e isso, num programa destes, paga-se caro.