Uma magia natalícia que, claro, durou o tempo de um suspiro antes de se transformar num autêntico pandemónio. Bastou um bate-boca entre a Bruna e a Liliana para inaugurar a noite com classe. Qual delas a mais insuportável? Fica ao critério de cada um. Mas confesso: adorei a peixeirada.
O Pedro também decidiu marcar território, e bem, porque é isso que faz um jogador de primeira linha. Já a Marisa… enfim. Ela acha-se uma grande jogadora, não acha? Para mim continua a ser a grande turista da Malveira, mas já lá vamos.
Continuo a adorar a Ana. Marca presença no jogo, diz o que tem a dizer e não está minimamente preocupada com a opinião alheia. O que importa é que está cada vez melhor, a crescer no jogo e a tornar-se numa jogadora de peso. O seu percurso tem sido claramente ascendente, e bonito de acompanhar.
O Leandro, por sua vez, voltou finalmente à terra. Ou seja, voltou a ter rumo. Depois de duas ou três semanas meio perdido, quase a desaparecer do mapa, a gala de domingo veio lembrar-nos que ele ainda sabe o que anda ali a fazer. Mostrou-se seguro e voltou a ter protagonismo.
A Inês acha que a Liliana está farta do Fábio. Eu, sinceramente, não acho. Ela simplesmente não olha a meios para atingir os fins, ponto. Joga com quem for preciso jogar, até porque já deixou bem claro que quer ser a vencedora. Concordo é com a Ana quando diz que o Fábio é um pau-mandado da Liliana, embora ele insista em fingir que não.
A Marisa foi a primeira salva da noite e o Pedro o segundo. Parece que as coisas estão a mudar: o Pedro está a perder protagonismo junto do público, o que é uma pena. A Liliana também escapou à expulsão, mas a Bruna não teve a mesma sorte e acabou por sair às mãos dos portugueses. Sei que muitos não vão concordar comigo, mas vou ser honesto: a Bruna tinha muito mais para dar ao jogo do que a Marisa. Para mim, quem devia ter saído era a Marisa.
A poucas semanas da final, queremos uma casa com jogadores a sério, imprevisíveis e dispostos a mexer no jogo. Podem argumentar que a Marisa é boa jogadora porque ainda não se descobriu o segredo dela. Pois. Ser boa a esconder um segredo é uma coisa; ser boa jogadora é outra bem diferente.