Logo no início da gala, a Noélia diz ter finalmente percebido a dinâmica do programa: afinal, isto é tudo muito bonito em grupo, cheio de companheirismo e espírito de equipa… mas sem nunca esquecer que, no fim, só ganha um. Uma revelação tardia, mas válida.
Não é segredo para ninguém que eu, tal como muitos fãs do programa, estou rendido à Sara, pela postura, pela forma como vive tudo intensamente e sem filtros. Tem-se entregue a 100% e isso nota-se. Ontem voltou a surpreender pela forma como argumentou, marcou a sua posição e, sem medos, enfrentou a Kina para defender o Filipe.
E já que falamos do Filipe: em pouco mais de duas semanas de programa, conseguiu conquistar-nos. Com leveza, espontaneidade e uma naturalidade rara. É genuíno, não cai no ridículo e, por isso mesmo, é um prazer vê-lo ali. Está no jogo sem manias, sem frases feitas, sem maquilhagem, literalmente e figurativamente. É cedo, eu sei, mas arrisco dizer que pode muito bem estar ali o vencedor do programa.
Quanto ao Pedro Barroso, confesso que fiquei satisfeito com o seu regresso à televisão portuguesa. Já a sua atitude dentro do programa… nem por isso. Cheio de manias, com um ar arrogante e claramente convencido de que está um patamar acima dos outros. O mais curioso? Ainda não se apercebeu de que não caiu propriamente nas graças dos portugueses.
Rui e Joana foram os primeiros salvos, com percentagens gigantes, o que é perfeitamente normal. O público gosta de pessoas simples, que vivem o programa com verdade e sem grandes teatros. Nada de novo por aqui.
Por fim, a Kina foi a expulsa da semana. Não me surpreendeu. Primeiro, pelo comportamento que foi acumulando ao longo das semanas. Segundo, por ter uma amiga no estúdio a queimá-la em direto, quase sem piedade. Assim, o desfecho só podia ser este.