A cinco dias da grande final, aconteceu mais uma gala do Secret Story – Desafio Final, ou seja, por outras palavras, a porta da casa mais vigiada do país voltou a abrir-se. O expulso da noite foi o Bruno.
E, sejamos honestos, o Bruno chegar a esta fase do jogo já foi uma vitória. Não foi o grande protagonista da edição, mas também esteve longe de ser uma planta a decorar a sala. Mexeu com a casa, teve presença e acabou por servir muitas vezes de contraponto à Marisa Susana. Além disso, mostrou-nos uma versão muito melhor do que aquela que vimos na sua edição anterior. O público gostou dele e a prova disso é evidente: quis desistir, estava nomeado e, mesmo assim, os espectadores decidiram mantê-lo dentro da casa. Nem todos conseguem transformar uma vontade de abandonar o jogo numa demonstração de apoio cá fora.
E já que falamos em Marisa Susana… parece que o passaporte para a final lhe trouxe mais do que apenas um lugar garantido na última semana. A mania subiu-lhe à cabeça a uma velocidade impressionante. Tornou-se ainda mais insuportável, mais convencida e, em alguns momentos, até rude. Há concorrentes que ganham um passaporte; ela parece que ganhou uma coroação antecipada e já se comporta como se tivesse o cheque na mão.
O Leandro também já garantiu lugar na final e, goste-se dele ou não, há coisas que são difíceis de negar. Opina sobre tudo e sobre todos, muitas vezes até sobre assuntos que ninguém lhe perguntou, mas sabe movimentar-se dentro do jogo e, acima de tudo, dá conteúdo. Porque num reality show pode-se perdoar muita coisa, mas passar despercebido normalmente não é uma delas.
E agora falemos do João Ricardo, que continua a insistir no papel de vítima profissional da casa. O problema? O papel não convence. Faz-se de coitadinho, mas de coitadinho tem muito pouco. Mais uma vez ficou amuado por causa das imagens que passaram durante a gala, imagens marcadas por momentos de tensão e também pela aproximação à Sara. Mas a pergunta é simples: queria que mostrassem o quê, exatamente? Porque quando falamos de conteúdo próprio… a conta parece estar perigosamente próxima do zero.