Facebook Instagram

OPINIÃO I Uma Semana de Provas…e de Personalidades  

"O espírito de grupo falou mais alto e, pelo menos nesse capítulo, um dos objetivos do programa foi finalmente cumprido"

Fábio Belo
26 jan, 10:54
«Eu gostava de poder...»: Manuel Melo faz confissão surpreendente sobre os instrutores
«Eu gostava de poder...»: Manuel Melo faz confissão surpreendente sobre os instrutores

Esta semana, os recrutas foram levados ao limite, e o espírito de camaradagem também. Ainda assim, a união entre eles acabou por reinar. O espírito de grupo falou mais alto e, pelo menos nesse capítulo, um dos objetivos do programa foi finalmente cumprido.

A Noélia continua fiel a si própria: tem opinião sobre tudo e, simultaneamente, sobre nada. O problema é que, dentro desta experiência, não serve propriamente de exemplo para ninguém. Soma notas negativas como quem coleciona cromos e fica sistematicamente aquém do esperado. Aos poucos, começa a tornar-se repetitiva, chata e francamente enfadonha.

O Filipe e a Sara, por outro lado, continuam a fazer as delícias dos portugueses. São divertidos, espontâneos e genuínos, uma combinação rara e apreciada. Surpreendem a cada instante, divertem-se e, acima de tudo, entregam entretenimento sem esforço aparente.

A Andrea é claramente uma expert em reality shows, mas parece esquecer-se de um pequeno detalhe: a Primeira Companhia não é o Big Brother. Continua no programa mais por sorte do que por mérito, já que nunca é nomeada. Caso contrário, há muito que já teria tirado o bilhete de saída.

Adorava que os recrutas soubessem que o Rui é um dos preferidos dos portugueses. Iam olhar para ele com outros olhos e, subitamente, passariam todos a ser seus melhores amigos, por interesse, claro. Eles nem imaginam a força que o Rui tem cá fora, força essa que confesso não perceber muito bem, visto que é dos recrutas mais apagados do grupo.

A Sara foi recrutada da semana e fez um excelente trabalho. Para quem não dava nada por ela, é notório que temos aqui alguém em clara evolução, a crescer de semana para semana e a dar cada vez mais de si.

Mais uma vez, o Manuel Melo escapou à expulsão, algo que considero injusto. Já o Rodrigo Castelhano não teve a mesma sorte e foi expulso pelos portugueses. Não foi grande surpresa, até porque fazia parte do grupo dos bad boys, um grupo que, convenhamos, nunca foi propriamente adorado pelo público.

RELACIONADOS
Mais Lidas