Esta semana, os recrutas foram levados ao limite, e o espírito de camaradagem também. Ainda assim, a união entre eles acabou por reinar. O espírito de grupo falou mais alto e, pelo menos nesse capítulo, um dos objetivos do programa foi finalmente cumprido.
A Noélia continua fiel a si própria: tem opinião sobre tudo e, simultaneamente, sobre nada. O problema é que, dentro desta experiência, não serve propriamente de exemplo para ninguém. Soma notas negativas como quem coleciona cromos e fica sistematicamente aquém do esperado. Aos poucos, começa a tornar-se repetitiva, chata e francamente enfadonha.
O Filipe e a Sara, por outro lado, continuam a fazer as delícias dos portugueses. São divertidos, espontâneos e genuínos, uma combinação rara e apreciada. Surpreendem a cada instante, divertem-se e, acima de tudo, entregam entretenimento sem esforço aparente.
A Andrea é claramente uma expert em reality shows, mas parece esquecer-se de um pequeno detalhe: a Primeira Companhia não é o Big Brother. Continua no programa mais por sorte do que por mérito, já que nunca é nomeada. Caso contrário, há muito que já teria tirado o bilhete de saída.
Adorava que os recrutas soubessem que o Rui é um dos preferidos dos portugueses. Iam olhar para ele com outros olhos e, subitamente, passariam todos a ser seus melhores amigos, por interesse, claro. Eles nem imaginam a força que o Rui tem cá fora, força essa que confesso não perceber muito bem, visto que é dos recrutas mais apagados do grupo.
A Sara foi recrutada da semana e fez um excelente trabalho. Para quem não dava nada por ela, é notório que temos aqui alguém em clara evolução, a crescer de semana para semana e a dar cada vez mais de si.
Mais uma vez, o Manuel Melo escapou à expulsão, algo que considero injusto. Já o Rodrigo Castelhano não teve a mesma sorte e foi expulso pelos portugueses. Não foi grande surpresa, até porque fazia parte do grupo dos bad boys, um grupo que, convenhamos, nunca foi propriamente adorado pelo público.