Digo-vos já: esta edição do Secret Story é a minha novela preferida. Já sabem que todas as semanas há sempre tema de conversa, e esta não é exceção. Aviso desde já os mais sensíveis: os visados de hoje são o Dylan, o Bruno, a Inês, o Pedro, o Leandro e a Ana.
Comecemos pelo pseudo-romance Dylan e Inês. É jogo, não é? Aquele jogo básico, mais gasto que um sapato velho, usado como estratégia para se chegar mais longe. Uma jogada tão fraca que até o cupido do bairro se recusaria a alinhar. Ninguém acredita naquele amor. Aliás, imaginem que ontem a Inês tinha sido expulsa… quem seria hoje a nova alma gémea do Dylan?
E já que falamos em cupidos, o Bruno é o novo da casa! Quem se lembra do Sandro? Pois bem, o Bruno é uma versão low cost. Mas atenção, este enredo anda fraquinho… há que ser original e autêntico, porque com paixonetas de meia tigela ninguém ganha um reality show.
Agora, a luta de egos entre o Pedro Jorge e o Leandro, essa sim, promete. Só um deles vai sair por cima, e o duelo está digno de telenovela mexicana. Tudo começou com aquele avião que sobrevoou a casa a dar força aos dois. Ficaram inchados de felicidade, claro. Já o Dylan... digamos que ficou com um melão do tamanho do confessionário. Viram-lhe a cara? Engoliu em seco umas três vezes. Eu, que normalmente sou contra informações do exterior, desta vez bati palmas, abanou a casa e deu-lhes uma perspetiva bem diferente da realidade.
Quanto à Ana, diziam que estava diferente, que só se destacava porque estava nomeada. Pois bem, esta semana não esteve, e continuou a brilhar. Uma jogadora que cresce de semana para semana e que, se continuar assim, ainda se faz numa estratega de primeira linha.
Por fim, sem grandes surpresas, a Raquel foi a expulsa da noite. Do lote de nomeados, era a que menos conteúdo nos dava. Não foi planta, mas também não foi jogadora, ficou ali no meio-termo, o que em televisão é o mesmo que desaparecer.