O bom desta edição é que não há plantas; no entanto, há muitos concorrentes que adoram ultrapassar limites, e isso… bem, nem sempre é bonito de se ver.
A Liliana não é jogadora? E a Marisa, será ela a grande estratega? A Marisa é realmente boa a esconder o segredo, mérito lhe seja dado, mas daí a ser uma jogadora exemplar… ainda vai um longo caminho. Já a Liliana aproveitou toda a polémica em torno do jogo de casal, e agora vitimiza-se enquanto joga com todos. Uma coisa é certa: ela não deixa nada por dizer, isso ninguém lhe tira.
A Liliana e a Marisa Susana garantem que a Bruna inferioriza as pessoas. E, honestamente, têm razão. Ela tenta muitas vezes diminuir os outros, acha-se a maior e a grande jogadora de reality… só que não. A auto-estima até pode ser louvável, mas há limites.
O pânico do Leandro esta semana foi claríssimo, e não, não foi por estar nomeado. Foi antes o desespero de voltar a aparecer nos especiais e nas VTs. Sentiu que estava a perder protagonismo e entrou num pequeno colapso estratégico. A certa altura notou-se, e bem, que estava completamente perdido no jogo. Mas claro, ontem na gala voltou a assumir o papel de estrela, não fosse ele esquecer-se rapidamente das próprias crises.
O Fábio, por sua vez, lembrou-se esta semana de pôr as garras de fora, e ficaram todos surpreendidos, como se houvesse 250 mil euros em jogo por acaso. Num reality show há sempre tempo para mudar o rumo, entrar verdadeiramente no jogo e mostrar ao que se vem. Talvez o rapaz queira finalmente revelar outra faceta e não ficar eternamente preso ao jogo de casal, que, convenhamos, é a única razão pela qual sabemos quem ele é. Caso contrário, ninguém daria por ele.
A luta de galos continua dentro e fora da casa. O Pedro Jorge foi o primeiro salvo da noite, seguindo-se o Leandro. A certa altura cheguei a pensar que o Dylan seria o expulso da semana, mas afinal quem saiu foi a Ana Cristina. E, mais uma vez, a Ana safou-se, o que só prova que o público está a gostar da sua nova versão de jogadora.