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QI do filho mais velho de Paulo Futre está entre os mais altos do mundo

O filho mais velho de Paulo Futre, Paulo Jr., tem um QI que o coloca entre os 2% mais inteligentes do mundo e integra a Mensa, associação internacional de sobredotados

IOL
11 set 2025, 16:28

Paulo Futre não é apenas conhecido dentro das quatro linhas. O seu filho mais velho, Paulo Futre Jr., também tem dado nas vistas, mas por razões bem diferentes. O quociente de inteligência acima da média colocou-o entre os 2% mais inteligentes da população mundial e garantiu-lhe a entrada na Mensa, associação internacional destinada a pessoas sobredotadas.

Desde cedo identificado como sobredotado, destacou-se em várias áreas do conhecimento. Fala fluentemente cinco línguas — espanhol, português, inglês, francês e italiano — além de ter noções de finlandês e esperanto. Soma ainda talento musical, vários instrumentos dominados e distinções académicas, como o prémio de melhor histórico universitário.

O percurso profissional também impressiona: professor convidado em instituições como a IE Business University e a Escuela Universitaria del Real Madrid, consultor de fundos de investimento, empreendedor, artista plástico com obras expostas em galerias e podcaster, entrevistando académicos e especialistas em filosofia, psicologia e inteligência artificial.

Em entrevista ao jornal Marca, Paulo Jr. destacou o papel do pai no seu crescimento: "É muito grato pela confiança, responsabilidade e desafios que o pai lhe deu desde muito jovem." Recorda que, na adolescência, acompanhava Paulo Futre em reuniões de negócios: "Ele sabia que eu estava entediado na escola, por isso escrevia desculpas para faltar às aulas e ir com ele. Já me sentei com todos os 'Abramovichs' do mundo do futebol. De Florentino Pérez a sheiks árabes e qualquer outro que possam imaginar. Inicialmente, era como se fosse o seu tradutor, mas com o tempo aprendi sobre o direito desportivo e como lidar com negociações."

As histórias são muitas. "Nunca tirei férias em agosto, porque é o mês das transferências. [...] Costumo brincar que o meu pai é uma espécie de 'Sr. Lobo' de Pulp Fiction, aquele a quem as pessoas recorrem quando as coisas ficam complicadas."

Uma das mais curiosas aconteceu quando ainda era adolescente: "Curiosamente, o meu pai foi comentador da Al-Jazeera durante bastante tempo. Por exemplo, no Euro de 2008 e no Mundial em 2010. Eu era o responsável pelas negociações do contrato dele com um tal de Al-Khelaifi. Passei horas a negociar com o Nasser. Tinha 19 anos."

Quanto ao facto de ser sobredotado, a confirmação chegou cedo: "Línguas, instrumentos, xadrez, arte... Tinha mil hobbies e interesses. Aprendi esperanto por mera curiosidade. O meu problema na escola era a minha indiferença com os trabalhos de casa e as provas, e tirava sempre boas notas."

Mais tarde, soube pela mãe que poderia ter avançado anos escolares, mas a decisão foi recusada: "Ela recusou porque eu já recebia muita atenção como filho de um famoso jogador de futebol." Hoje, reconhece que foi a melhor escolha: "Fez a coisa certa."

 

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