Gordura na barriga? Este hábito diário demora 2 minutos e promete resultados impressionantes
Perda de peso
10 hábitos alimentares que ajudam a queimar calorias
Estes 12 alimentos "saudáveis" que todos comemos estão repletos de microplásticos
Estes são os 20 alimentos que pode ingerir todos os dias sem culpa
Dorme mal? Estes são os 20 alimentos que ajudam a ter uma noite de sono tranquila
Uma coach de perda de peso afirma ter perdido 9 quilos em apenas quatro meses com a ajuda de um hábito simples de dois minutos por dia
Lutar contra aquela gordura 'chata' da barriga é sempre frustrante, especialmente quando se come de forma saudável e se pratica exercício físico e, mesmo assim, a balança insiste em não mexer. Mas um novo hábito, simples e rápido, está a ganhar destaque em perda de peso: caminhar durante apenas dois minutos após as refeições.
Uma coach, especializada em perda de gordura, Christine Stein, perdeu cerca de 9 quilos em apenas quatro meses com a ajuda deste e de outros hábitos sustentáveis. Agora, partilha o truque que diz ser “cientificamente comprovado” para ajudar a reduzir os níveis de insulina e facilitar a queima de gordura, especialmente na zona abdominal.
“Quando comemos, o açúcar no sangue sobe, e o pâncreas liberta insulina para o regular. O problema é que níveis elevados de insulina impedem a queima de gordura”, explica. “E quando o corpo está constantemente a produzir insulin, devido a lanches frequentes, stress, noites mal dormidas ou falta de movimento, entra em modo de armazenamento de gordura 24/7.”
De acordo com um estudo publicado no Journal of Sports Medicine, caminhar entre dois a cinco minutos depois de uma refeição pode reduzir os picos de glicemia em até 30%. Mesmo apenas levantar-se da cadeira já oferece melhorias, embora mais discretas. O segredo está nos músculos: ao moverem-se, agem como uma “esponja” que absorve o excesso de glicose no sangue sem necessidade de insulina adicional, impedindo que essa energia seja armazenada como gordura.
“Menos açúcar no sangue significa menos insulina, o que leva a menos gordura armazenada e mais gordura queimada”, resume Christine Stein.