Se no último dia do ano o mundo parou para receber 2026, Portugal decidiu parar logo no primeiro para assistir à estreia da Primeira Companhia. Vinte anos depois, o formato regressou à televisão portuguesa e, como quem não quer a coisa, voltou a fazer as delícias dos portugueses. Se para os novos recrutas o ambiente é de tensão e disciplina, para nós, cá do sofá, foi puro entretenimento, sem castigos físicos, felizmente.
Maria Botelho Moniz regressou aos grandes formatos e, à semelhança do Big Brother Verão, esteve irrepreensível. Atrevo-me mesmo a dizer que, neste novo desafio, surgiu ainda mais leve, firme e com uma luz difícil de explicar, talvez seja experiência, talvez seja talento, talvez seja simplesmente estar no sítio certo.
Kina e Noélia são recrutas desta nova aventura televisiva. Ambas foram plantas nas suas respetivas edições, mas arrisco dizer que teremos uma Noélia bastante mais participativa desta vez. Quanto à Kina… bem, alguém tem de assegurar a cozinha da cantina, não é verdade?
Um dos regressos mais surpreendentes foi o de Pedro Barroso à TVI, e, já agora, à televisão portuguesa, como quem diz: “sim, ainda estou cá”.
Sara Santos é, sem exageros, um meme ambulante. Estava nervosa e as perninhas tremiam como varas verdes, num espetáculo que dispensava banda sonora.
Filipe Delgado assume o papel do sem-filtro do grupo. Há sempre um. O mais interessante foi o seu extraordinário confessionário, que nos divertiu, e muito, sem pedir licença a ninguém.
No total, temos 14 recrutas muito diferentes entre si, mas com os ingredientes certos para fazerem um programa do caraças. E com a certeza de que nos vão divertir… e não é pouco.