Voltar ao essencial nem sempre significa dar um passo atrás. Muitas vezes, é apenas escolher simplicidade, utilidade e alguma tranquilidade, sobretudo numa altura em que falhas de energia e problemas de rede nos lembram como tudo pode mudar de um momento para o outro.
Pequeno, leve e surpreendentemente eficaz, este rádio portátil de bolso parece um objeto de outra era, mas continua a fazer todo o sentido hoje. Funciona com duas pilhas AAA, tem mostrador analógico e inclui um clipe metálico para prender ao bolso ou à mochila. É uma opção prática para caminhadas, viagens ou para ter sempre em casa como plano B em caso de falha de luz. A receção FM/AM é estável e, com auriculares, permite ouvir rádio em estéreo. Simples, direto, sem distrações.
A utilização é intuitiva e o som é claro para o tamanho que tem. A autonomia pode ultrapassar 30 horas, sem necessidade de ecrãs, aplicações ou atualizações. A roleta de sintonia foi afinada para evitar perder a estação ao mínimo movimento e o indicador de funcionamento permite confirmar rapidamente se o transístor está ligado. Aqui, cada detalhe foi pensado para durar e cumprir apenas uma função, mas fazê-la bem.
Num mundo cada vez mais dependente da internet, da eletricidade e de cabos, ter um rádio portátil como este deixou de ser apenas um gesto nostálgico para se tornar uma escolha sensata. Para quem cresceu com transístores, é um regresso ao familiar; para os mais novos, pode ser uma descoberta inesperada. E por cerca de 17 euros, é também um objeto acessível, útil e surpreendentemente atual.
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