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Está a amar da forma certa? Estes 7 estilos podem mudar tudo

IOL
29 jul. 2025, 16:40
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Nem todos precisamos das mesmas coisas para nos sentirmos amados. E há pelo menos sete formas de o demonstrar.

Foi através de um artigo do Stars Insiders que tomámos conhecimento de uma abordagem mais recente e alargada sobre os chamados “linguagens do amor”. Mais do que uma simples curiosidade, compreender como expressamos e recebemos afeto pode ser essencial para que uma relação funcione de forma mais equilibrada e feliz. Quando sabemos o que o outro valoriza emocionalmente, é mais fácil evitar frustrações, sentir-se compreendido e cuidar melhor da ligação entre os dois.

A novidade? O modelo tradicional de cinco linguagens criado por Gary Chapman foi, nos últimos tempos, reavaliado por especialistas e evoluiu para sete formas distintas de amar — todas válidas, e todas com impacto real na forma como vivemos os nossos relacionamentos.

1. Atividade: partilhar momentos, não só espaço

Quem valoriza esta linguagem sente-se especialmente ligado quando faz coisas com a pessoa de quem gosta. Pode ser uma caminhada, cozinhar juntos ou simplesmente assistir a uma série. O importante é o tempo partilhado — e o interesse pela atividade do outro.

2. Apreciação: palavras que fazem diferença

Aqui, os gestos que mais marcam não são materiais, mas verbais. Frases de reconhecimento, agradecimento ou apoio emocional fazem toda a diferença para quem vê no elogio e na validação uma forma de se sentir valorizado.

3. Emocional: ligação profunda e conversas com sentido

Quem se identifica com esta linguagem do amor procura uma ligação emocional forte. Não se trata apenas de “estar lá”, mas de estar presente. Conversas longas, escuta ativa e empatia são essenciais para que esta pessoa se sinta amada e em segurança.

4. Financeiro: o valor de investir no outro

Pode parecer superficial, mas não é: quem fala este “idioma” sente que está a ser valorizado quando a outra pessoa escolhe investir parte dos seus recursos — como tempo, dinheiro ou esforço — na relação. Não tem tanto a ver com oferecer presentes, mas sim com a intenção por trás dos gestos.

5. Intelectual: ligação pela mente

Há quem se sinta mais ligado quando partilha ideias, debates ou descobertas com o parceiro. Falar sobre temas atuais, refletir sobre livros ou simplesmente trocar opiniões com respeito é, para estas pessoas, uma forma poderosa de criar intimidade.

6. Físico: toque que aproxima

O contacto físico continua a ser essencial para muitas pessoas. Pode ir de um abraço espontâneo a um toque carinhoso no braço — o importante é o gesto físico como sinal de afeto e desejo. E aqui não vale só esperar: quem tem esta linguagem precisa sentir que o outro também toma iniciativa.

7. Prático: amor que se vê nas ações

Esta linguagem valoriza o apoio no dia a dia — seja ajudar nas tarefas domésticas, levar o carro à revisão ou lembrar-se de comprar o que falta em casa. Para quem sente amor desta forma, são os gestos concretos que contam.

Falar a mesma linguagem pode mudar tudo

Nem sempre quem está numa relação fala o mesmo “idioma”, e isso não tem de ser um problema. O mais importante é reconhecer que formas diferentes de amar exigem escuta, empatia e vontade de se adaptar. A longo prazo, saber qual é a nossa linguagem de amor — e a do outro — pode ajudar a construir uma relação mais sólida, equilibrada e satisfatória para ambos.

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