Facebook Instagram

“Elevam o risco de alguns tipos de cancro”: nutricionista alerta para hábitos que muitos ignoram e que são um risco para a saúde

Nutricionista alerta para hábitos diários prejudiciais à saúde

IOL
3 fev, 16:12
nutricionista
nutricionista

Muitas pessoas acreditam que têm uma alimentação equilibrada, mas pequenos hábitos do dia a dia podem estar a comprometer a saúde sem que se apercebam. Saltar refeições, abusar de alimentos ultraprocessados ou desvalorizar o pequeno-almoço são alguns dos erros mais frequentes, alerta a nutricionista Ale Avellán.

Citado pelo site Metro Ecuador, de acordo com a especialista, maus hábitos alimentares estão associados a problemas como excesso de peso, obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, défices nutricionais e alterações digestivas. “Estes comportamentos também afetam a saúde mental, aumentam o stress e a fadiga e elevam o risco de alguns tipos de cancro”, explica.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) sublinha que a alimentação é um dos pilares fundamentais da saúde e do bem-estar ao longo da vida, sendo decisiva na prevenção de doenças e na manutenção da saúde física e mental.

Para quem tem pouco tempo para cozinhar, Ale Avellán defende que a planificação é essencial. Preparar refeições ao fim de semana para vários dias, optar por receitas simples e congelar apenas por períodos curtos são algumas das estratégias recomendadas. “Não é preciso gastar muito nem complicar. A alimentação deve ser equilibrada, mas também prazerosa”, refere.

A nutricionista destaca ainda a importância do pequeno-almoço, defendendo que deve incluir proteína, gorduras saudáveis, fibra e hidratos de carbono não refinados. Começar o dia apenas com café e um alimento açucarado pode provocar picos de glicose e aumentar a fome ao longo do dia.

Quanto aos alimentos ultraprocessados, o consumo frequente de produtos ricos em açúcar, sal e gorduras saturadas pode prejudicar seriamente o metabolismo, a tensão arterial e a saúde cardiovascular. A recomendação passa por privilegiar alimentos naturais na maior parte das refeições e reservar os ultraprocessados para ocasiões pontuais.

“A educação alimentar e a leitura dos rótulos são fundamentais para perceber o que estamos realmente a consumir”, conclui a especialista.

RELACIONADOS
Mais Lidas