Com a chegada dos dias quentes, cresce também aquela 'pressão' para atingir o peso desejado. A mais recente reportagem da TVI mostra que, nesta altura do ano, aumenta significativamente o número de pessoas que adotam dietas restritivas e reforçam os cuidados com a alimentação e o exercício físico, muitas vezes com o objetivo de “caber no biquíni ou no calção”.
Entre as mudanças mais comuns estão o aumento do consumo de saladas e água, bem como o corte em gorduras e doces. Para além da estética, há também quem seja motivado por questões de saúde, como o controlo da tensão arterial e da diabetes.
Uma das estratégias mais populares continua a ser o jejum intermitente, um método baseado no défice calórico que alterna períodos de alimentação com janelas de jejum, que podem ir das 12 às 18 horas. Especialistas recomendam que a primeira refeição após o jejum seja rica em fibra e proteína, como iogurte ou sopa, evitando alimentos ricos em hidratos de carbono para uma melhor resposta metabólica.
No entanto, esta não é uma solução universal. A reportagem destaca o caso de Joana, educadora de infância, que tentou seguir um regime de jejum entre as 19h e as 11h, mas acabou por sentir falta de energia, fome e dificuldades de concentração no trabalho. Atualmente, opta por um plano com cinco refeições diárias, garantindo maior bem-estar e produtividade.
Os especialistas alertam ainda para os riscos de seguir este tipo de regimes sem acompanhamento profissional, nomeadamente a perda de massa muscular quando não há ingestão adequada de proteína. Defendem que qualquer plano alimentar deve ser ajustado às rotinas, idade, nível de atividade física e condições de saúde de cada pessoa.
A conclusão é clara: independentemente da dieta, seja líquida, detox ou sem hidratos, não existem soluções milagrosas. Os resultados sustentáveis dependem da consistência nas escolhas alimentares, da prática regular de exercício e do respeito pelo descanso.