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Falta desta vitamina nas pessoas com mais de 65 anos preocupa os especialistas

Um elevado défice desta vitamina entre pessoas idosas está a preocupar especialistas de saúde

IOL
28 jan, 16:19
Idosa
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Foto: freepik

O défice de vitamina D continua a ser um problema de saúde significativo, sobretudo entre pessoas idosas, alertam especialistas. Esta vitamina é essencial para manter ossos fortes, controlar o equilíbrio de minerais como cálcio e fósforo e reduzir o risco de fraturas e osteoporose, comuns na terceira idade.

Citado pelo site Perfil, estudos mostram que a deficiência pode afetar entre 3% e 50% da população, dependendo da região e dos critérios utilizados. No caso dos idosos, a situação é ainda mais crítica: pesquisas indicam que mais de metade das pessoas com mais de 65 anos pode apresentar níveis baixos de vitamina D, especialmente em áreas com menor exposição solar.

A deficiência de vitamina D nem sempre apresenta sintomas claros, mas pode causar dores ósseas, fraqueza muscular e aumentar o risco de quedas. A longo prazo, contribui para doenças como osteoporose e osteomalácia. Alguns estudos apontam ainda para uma relação entre baixos níveis de vitamina D e maior suscetibilidade a infeções, problemas neurológicos e autoimunes.

Entre os grupos mais vulneráveis estão os idosos, pessoas com obesidade, quem fez cirurgia bariátrica, quem toma certos medicamentos como corticoides ou antiepilépticos, e pessoas com distúrbios digestivos como a doença celíaca. Também trabalhadores com pouca exposição ao sol, como os que fazem turnos noturnos, podem estar em risco.

A prevenção passa pela exposição solar regular e cuidadosa, por uma dieta rica em vitamina D e cálcio, e, quando necessário, por suplementos indicados por um médico. A deteção precoce e a manutenção de níveis adequados da vitamina desde jovens são fundamentais para garantir ossos fortes e reduzir complicações na terceira idade.

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