A três dias da grande final, já estão encontrados os quatro finalistas desta edição do Secret Story. Nem todos são merecedores de lá estar, mas já lá vamos. Uma coisa é certa: esta edição contou com um casting de luxo. O problema? A gestão do conflito falhou, e falhou em grande.
Quem será o grande vencedor? É a pergunta que anda no ar, como sempre.
A Liliana é uma justa finalista e, arrisco dizer, também uma justa vencedora. Foi, de longe, a concorrente que mais pancada levou, e não foi pouca. Julgada por todos, nunca baixou os braços, nunca se vitimizou e seguiu em frente. Jogou, resistiu e entregou conteúdo. Coisa rara e apreciável.
O Pedro Jorge é mais do que merecedor de estar na final. Para mim, foi o melhor jogador desta edição. Destacou-se semana após semana, esteve sempre em jogo e foi constantemente protagonista. Não passou despercebido, e isso, num reality show, é meio caminho andado.
A Marisa, pelo contrário, não merece estar na final e muito menos levar o cheque para casa. Não tenho um ódio de estimação por esta concorrente, mas convém ser honesto: para a Marisa, isto pareceu mais umas férias prolongadas na casa mais vigiada do país, com o bónus adicional de atacar e expor o próprio namorado. Estratégia curiosa, no mínimo.
A Inês é outra que tal. Nem merece estar na final, nem ser vencedora. Aliás, quem é a Inês? Pouco ou nada sabemos. Não foi jogadora, não se afirmou e chegou a este patamar claramente a reboque do famoso “telefone charuto” do namorado, Dylan. Mérito próprio? Escasso.
Quanto ao Leandro, morreu literalmente na praia. Foi o concorrente expulso da noite, numa injustiça tremenda. Merecia estar na final e tinha todas as condições para levar os 250 mil euros para casa. Jogou, foi protagonista e soube destacar-se. É verdade que, a certa altura, perdeu o rumo e o protagonismo, mas deu a volta por cima e voltou à ribalta. Pena não ter chegado mais longe.