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Americanos estão mais produtivos porque saem mais cedo do trabalho, revela estudo

Link To Leaders
16 abr. 2025, 10:00
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O dia de trabalho dos norte-americanos está a terminar mais cedo, uma mudança horária que, segundo um estudo levou ao aumento da produtividade geral em cerca de 2%.

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O dia de trabalho médio dos norte-americanos agora termina às 16h39, o que corresponde a 36 minutos mais cedo em relação há dois anos, quando o horário terminava por volta das 17h21, de acordo com os dados mais recentes da empresa de software de produtividade e de força de trabalho ActivTrak.

Citado pela Bloomberg, o referido relatório da ActivTrak acompanhou o comportamento de mais de 200 mil funcionários de 777 empresas no ambiente de trabalho, Apesar do dia de trabalho mais curto, os dados indicam que a produtividade geral aumentou em cerca de 2%.

Segundo a ActivTrak, os funcionários realizam agora períodos de produtividade com duração de 24 minutos.

“Espero que estes números se mantenham consistentes ano após ano no que diz respeito à duração do dia de trabalho e à produtividade”, disse Gabriela Mauch, diretora do Laboratório de Produtividade da ActivTrak.

O relatório também conclui que os funcionários tendem a trabalhar mais horas em agosto e dezembro. O aumento em agosto coincide com o regresso das férias, quando os funcionários começam “a correr” para atingir as metas de fim de ano, disse Mauch. Além disso, dezembro pode ser visto pelas organizações como mais uma oportunidade para recuperar o tempo perdido, acrescentou.

O relatório da ActivTrak revelou ainda que, enquanto as horas de trabalho durante a semana diminuíram, o trabalho aos fins de semana está a aumentar.

“Embora as organizações tenham feito avanços significativos para promover hábitos de trabalho saudáveis e reduzir o risco de burnout, o aumento do trabalho aos fins de semana — especialmente em grandes empresas — sugere a necessidade de uma monitorização contínua para proteger os limites entre a vida profissional e pessoal”, destacou o relatório.

Este artigo foi escrito no âmbito da colaboração com o Link to Leaders

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