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Perante a instabilidade, a automação crescente e a pressão para corresponder a expectativas elevadas, o medo tornou-se um companheiro silencioso de muitos profissionais. A Adecco sublinha que aprender a reconhecer e a gerir esse medo é um passo essencial para construir equipas mais resilientes, confiantes e produtivas.
Este receio pode assumir várias formas: o medo de falhar, de ser julgado, de não estar à altura, de sair da zona de conforto ou de enfrentar mudanças inesperadas. Quando ignorado, bloqueia a criatividade, limita o desempenho e fragiliza o crescimento — individual e coletivo.
Com base em insights recentes e na sua experiência junto de trabalhadores e empresas, a Adecco destaca sete estratégias práticas para transformar o medo numa alavanca de desenvolvimento:
1. Adotar uma mentalidade de crescimento
Ver o erro como uma etapa natural de aprendizagem e acreditar que é possível evoluir com esforço permite ganhar confiança e resiliência perante o desconhecido.
2. Refletir e identificar padrões
Compreender a origem dos receios ajuda a desmistificá-los. A introspeção, seja através da escrita, da autoanálise ou de conversas com colegas de confiança, permite desbloquear padrões negativos.
3. Focar-se em soluções
Canalizar a energia para o que pode ser feito, em vez de ruminar o problema, reduz a ansiedade e reforça o sentimento de controlo.
4. Trabalhar a atitude
Cultivar uma postura positiva, baseada na autoconfiança e na aprendizagem contínua, é um dos maiores antídotos contra o medo no local de trabalho.
5. Investir no autocuidado
Práticas simples como pausas conscientes, caminhadas ou momentos de mindfulness são fundamentais para manter o equilíbrio emocional.
6. Sair da zona de conforto, com intenção
Envolver-se em pequenos desafios, experimentar novas tarefas ou pedir feedback são formas concretas de treinar a coragem e fortalecer a autoestima.
7. Pedir ajuda quando necessário
Conversar com um mentor, procurar apoio psicológico ou partilhar o que se sente com quem nos rodeia pode ser determinante para lidar com bloqueios mais profundos.
Este artigo foi escrito no âmbito da colaboração com o Link to Leaders