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Desapareceu sem deixar rasto. Agora, após dois anos, o seu telemóvel apareceu e traz revelações

Após mais de dois anos desaparecida, um telemóvel encontrado recentemente trouxe novas pistas

IOL
15 dez 2025, 11:54
Policia
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Foto: freepik

O mistério em torno do desaparecimento de Celine Cremer, uma mulher belga que se perdeu na natureza da Tasmânia há mais de dois anos, pode estar a dar os primeiros sinais de novas conclusões. O seu telemóvel foi encontrado recentemente numa área previamente investigada pelas autoridades, trazendo novas pistas sobre o seu percurso e motivando uma busca conjunta entre a polícia e familiares.

De acordo com a CNN, amigos e familiares de Cremer organizaram este fim de semana uma busca privada nas zonas de mata próximas das Philosopher Falls, local onde a jovem desapareceu em junho de 2023. O carro de Celine foi encontrado nas proximidades pela polícia alguns dias depois, mas várias operações de busca não conseguiram localizar qualquer vestígio da jovem.

No sábado, numa área já investigada pelas autoridades, o grupo de busca encontrou um telemóvel que foi confirmado como pertencente a Cremer e que agora será sujeito a exame forense adicional. A polícia da Tasmânia anunciou que se irá juntar formalmente à operação independente.

“O registo do telemóvel, assim como a localização onde foi encontrado, apoia a nossa teoria de que Celine poderá ter, usando uma aplicação no seu telefone, decidido abandonar o percurso das Philosopher Falls para seguir uma rota mais direta de regresso ao carro à medida que a luz do dia diminuía”, explicou o inspetor Andrew Hanson, citado pela CNN. “Suspeitamos que terá deixado cair o telemóvel e continuado sem ele, tornando-se desorientada em terreno denso.”

A Australian Broadcasting Corporation noticiou que quatro amigos de Cremer viajaram da Bélgica para se juntar à nova busca, que começou no sábado e deverá prolongar-se por cinco dias.

Celine Cremer foi vista pela última vez em 17 de junho de 2023, e os amigos reportaram o seu desaparecimento nove dias depois. A polícia acrescentou que as condições meteorológicas de inverno nos dias seguintes ao desaparecimento não seriam suportáveis durante o período em que se acredita que a jovem esteve exposta.

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