Ataque a escola nos EUA: enfermeira que assistia vítimas deparou-se com a própria filha de 12 anos em estado crítico
Uma menina de 12 anos ficou em estado crítico após o tiroteio numa escola em Minneapolis, onde 18 pessoas ficaram feridas e duas crianças morreram
O tiroteio numa escola em Minneapolis, nos Estados Unidos, deixou 18 pessoas feridas e fez duas vítimas mortais, uma criança de 8 anos e outra de 10. Entre os feridos está uma menina de 12 anos, Sophia Forchas, que foi atingida com gravidade e levada para o hospital onde, por coincidência, a mãe trabalha como enfermeira de cuidados intensivos pediátricos. Em choque, a mãe deparou-se com a própria filha enquanto assistia outras vítimas.
Segundo avança a revista People, a polícia revelou que o ataque ocorreu durante a missa da manhã de quarta-feira, na Annunciation Catholic Church, que integra uma escola com alunos da pré-primária até ao 8.º ano. O agressor, identificado como Robin Westman, de 23 anos, abriu fogo pelas janelas da igreja com várias armas, uma espingarda, uma caçadeira e uma pistola, atingindo 15 crianças e três idosos.
A criança foi submetida a uma cirurgia de emergência e permanece internada em estado crítico. O irmão mais novo também se encontrava na escola, mas escapou ileso, embora tenha testemunhado o ataque.
Uma campanha de solidariedade no GoFundMe já arrecadou mais de 200 mil dólares para apoiar a família, cobrindo tratamentos médicos, recuperação e acompanhamento psicológico. “O caminho de Sophia será longo, incerto e incrivelmente difícil, mas ela é forte e não está sozinha”, refere a iniciativa.
O padre Timothy Sas, da igreja ortodoxa grega de St. Mary, confirmou que a menina, aluna do 7.º ano e membro ativo da comunidade paroquial, está a ser acompanhada de perto pela família e amigos.
As autoridades garantem que todos os feridos deverão sobreviver, mas sublinham o impacto traumático que o ataque deixa na comunidade escolar e religiosa de Minneapolis.