Daniel Kenedy: «Tinha acabado tudo para mim, perdi a alegria»

28 mar, 00:00

No «​Big Brother Famosos 2», o treinador de futebol partilha a sua curva da vida.

O ano de 2002 marcou a vida do treinador, por ter sido «o começo de tudo de bom e tudo de mau». Nas convocatórias para o Mundial de 2002, o nome de Daniel Kenedy estava presente e essa foi uma enorme conquista para o treinador. No entanto, teve de abandonar o campeonato no momento em que os seus exames toxicológicos apresentaram a presença de uma substância duvidosa: «Tinha acabado tudo para mim, perdi a alegria (...) Fiquei um ano sem jogar (...) Estava no paraíso, mas tinha voltado ao inferno». Kenedy foi apanhado de surpresa, pois na época a única medicação que tomava tinha como objetivo a perda de peso: «Ainda hoje ainda não percebo o que aconteceu».

A adição ao jogo tornou-se uma realidade na vida de Kenedy e, o que começou por ser uma ida ao casino por brincadeira e para provar que estava bem, tornou-se num pesadelo. «Endividei-me, não tenho vergonha de dizer (...) Tinha vergonha de mim (...) Só em 2017 é que pedi ajuda».

A avó de Daniel, das pessoas mais importantes para si, nunca soube desta questão, até porque o treinador nunca lhe quis contar, para não lhe dar um desgosto. «Ela era tudo para mim (...) Sabia que eu não estava bem mas eu não queria contar para que ela não sofresse mais».

Kenedy recorda também o início da sua carreira no Benfica, aos 12 anos. O treinador relembra grandes nomes do futebol, como Rui Costa e Paulo Futre: «Ficava todo contente de ser apanha bolas deles» confessa.

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