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Leroy Merlin pegou nas fardas velhas dos funcionários e fez isto para não deitá-las fora. Ficámos rendidos

Ao apostar na economia circular com este projeto, a empresa evitou a emissão de 233 toneladas de CO2e

A Leroy Merlin deu uma nova vida àquilo que iria acabar no lixo. As antigas fardas dos funcionários da loja de bricolage, construção, decoração e jardim foram transformadas numa coleção de acessórios para animais.

A linha Pet agora lançada, feita em parceria com a United to Remake, uma start-up portuguesa de inovação social, utilizou as sete toneladas de matéria-prima das fardas em fim de vida da Leroy Merlin.

Ao apostar na economia circular com este projeto, a empresa evitou a emissão de 233 toneladas de CO2e.

Para tornar a coleção realidade, os colaboradores foram entregando as suas fardas em fim de vida em loja e, depois de acumulado um número significativo de caixas com fardas, estas foram enviadas para a plataforma local através de logística inversa, ou seja, aproveita-se a viagem de retorno dos camiões vazios depois de deixarem a mercadoria.

Este método, apresentado como um sistema de logística inversa, permite que as fardas cheguem a um armazém central sem serem necessárias viagens extra. Depois da recolha completa, o material é enviado para a United to Remake.

A nova coleção Pet é composta por produtos como brinquedos, casaquinhos, trelas, coleiras, lenços e bolsas para saquinhos e está disponível na loja online da United to Remake.

Este não é o primeiro projeto circular da Leroy Merlin. Em 2021, depois da empresa se ter juntado ao Aki, as antigas fardas foram recicladas e transformadas num painel de isolamento acústico. Foram também desenhados protótipos de outros produtos pelos alunos de Design de Moda da ETIC que foram depois concretizados pelo projeto social “A Avó Veio Trabalhar”.

 

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